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sábado, 20 de novembro de 2010

A imprensa espanhola baseada na entrevista com Josu Mezo


    
Conversei com o espanhol Josu Mezo, editor do blog Mala Prensa (em espanhol) e descobri coisas interessantes sobre a imprensa espanhola. Se nós tentarmos, conseguiremos melhorar a imprensa no nosso país. Leia e aproveite as dicas do professor.

Quem é Josu Mezo?

Ele é licenciado em direito, mestre em ciências sociais, doutor em ciências políticas e professor na Universidad de Castilla-La Mancha, em Toledo, Espanha. Em 2004, criou sua página web para o público que se interessasse por atualidades, notícias, informações, meios de comunicação. De lá pra cá, foi percebendo que quem lê e participa mais ativamente são jornalistas ou pessoas relacionadas profissionalmente aos meios de comunicação.





Sobre o blog

O blog comenta e denuncia erros que o editor e seus colaboradores encontram ao ler um jornal ou ao assistir um noticiário. A ideia surgiu, de acordo com a descrição da página, por uma obsessão pessoal, que compartilhava com seus amigos, sobre a baixa qualidade da imprensa.
Mas não aquela qualidade inferior relacionada à manipulação proposital motivados pela política. Mas sim aqueles erros que os jornalistas não percebem por ignorância, a falta de tempo ou recursos, pela maneira do sistema de produção ou como estão organizados seus meios. Seu blog é composto por detalhes. Pequenos erros da imprensa que dão menos credibilidade ao que deveria ser um serviço público.



Manipulação proposital e erros que não deveriam existir

Ele me disse que a manipulação proposital é um tema muito discutido e, ele espera, que a maioria das pessoas tem consciência dela. Esse tipo de erro é realmente muito grave e existe muito. Mas há também outros erros importantes, como os que ele aponta no blog, que passam despercebidos pelas pessoas.
Aparentemente há uma consciência do público, mas ele acredita que seria melhor se as pessoas soubessem da capacidade que tem para entender as notícias. Nós deveríamos nos armar com certas ferramentas críticas para sabermos do valor que cada informação tem ao lermos uma notícia científica, social, alguma estatística ou comparações de fenômenos.
Isso porque há certos casos que falta um pouco de conhecimento de mundo, em matemática bem básica ou de lógica para perceber que alguns números são apenas variações normais, de por exemplo, ano a ano, e não significa quase nada. Por isso tem que haver o espírito, a mentalidade, a ideia e conhecimento de como funciona os meios de comunicação.


Ensinando os jovens como a imprensa funciona.

Ele comentou que deveriam ensinar aos jovens como é essa dinâmica da imprensa. Para eles saberem que, por exemplo, os meios dependem muito de informações que foram elaboradas por outras fontes, algumas vezes, uma única. E que esses meios não têm muitos recursos para reelaborar ou analisar esse dado, vinculam da maneira que foi entregue, sem verificar. Temos que desconfiar quando a notícia vem de apenas uma fonte, como uma nota à imprensa de uma multinacional, por exemplo.



Censura, auto-regulamentação e punição pelo cliente

Sobre punição para os erros flagrados na mídia, ele acredita que o melhor “castigo” para o meio que publicou o erro seria o expor um pouco ao ridículo e perder clientes, no caso, espectadores, ouvintes ou leitores.
Ele disse que tenta fazer sua parte comentando e divulgando os erros que encontra, mas pensar que a televisão vai deixar de mostrar gráficos de uma maneira ou de outra só porque o público se incomoda, é muita ingenuidade. Até porque se eles não se importam em preencher sua programação com lixo, ninguém vai pensar que estão dando estatísticas erradas. No entanto, “pôr uma autoridade para colocar uma multa econômica ou algo, seria um disparate”, ele diz. O que poderia haver é uma sanção moral ou conselhos que os meios aderissem voluntariamente e que tenha que seguir as regras aceitas de antemão. No Brasil há o FENAJ e na Espanha a FAPE.


Estudantes de Jornalismo


Como nós, novos jornalistas, podemos atuar com ética se dependemos da linha editorial para mantermos nosso emprego? Quando eu perguntei isso, ele disse que, francamente, não tinha uma resposta. Disse também que é uma situação muito difícil e delicada e que não gostaria de estar nela. Mesmo que nosso meio exija que sejamos antiéticos de vez em quando, temos que tentar ganhar pequenas batalhas dentro do jornal, para tentar fazer as coisas mais certas. E também quando não estamos na “linha de fogo”, quer dizer, se não escrevemos as matérias de capa ou editorial, talvez possamos usar uns critérios mais decentes, quando escrevemos notícias que não tem tanta inclinação política. Josu comentou ainda que, por causa do blog, acabou conhecendo jornalistas e que são pessoalmente muito honestos, mas têm que cumprir algumas ordens. Só que eles mesmos têm consciência disso, até riem e zombam de seus próprios chefes.



Credibilidade

Não é porque Mezu é advogado, mestre, doutor e professor de universidade que as pessoas param para ler seu blog. A internet é um meio muito democrático, segundo ele. Nela não é preciso estar vinculado a grandes jornais, editoras, grandes marcas, quem lê e gosta do que ele escreve, não precisa saber antes qual é sua formação. A pessoa simplesmente gosta do conteúdo. Ele começou do nada, não tem formação na área da comunicação e mesmo assim existe público, que ele diz não ser grande. E algumas pessoas até colaboram. O que muda por sua formação e por ser tanto tempo como professor é a forma que ele pensa, expressa e forma o conteúdo de sua página.
Sendo assim, noto que qualquer cidadão interessado ou que sinta necessidade de começar um espaço para discussão e análise de qualquer tema, até mesmo relacionado a isso, poderá ter sucesso. Ele me contou que começou do nada, comentando nos blogs de outras pessoas do mesmo tema, fazendo parte de discussões e sempre assinando com seu link, para que os outros passassem a conhecer. Ou seja, se cada um fizer sua parte, se conscientizar e colocar em prática, pode ser só um grão de areia, mas já é uma grande coisa.




Espanha e Brasil, alguma semelhança?

A imprensa espanhola realmente tem muito erro de todo tipo. Mas o que isso tem a ver com nosso país?
Meia hora de jornalismo na TVE, no Telemadrid, no Telecinco ou fazendo uma leitura crítica dos jornais  em destaque daqui como ABC, El Mundo ou El País me fez valorizar muito a imprensa brasileira que, para mim, na forma, tem uma qualidade superior.
Mas qualidade da forma não garante qualidade no conteúdo. Isso não significa que a imprensa não erra. Mas o ponto positivo é que os erros cotidianos por falta de atenção, ignorância ou apenas falta de tempo, não acontece com tanta frequência como aparentemente acontece aqui. O ponto negativo é que os erros de propósito por inclinação política estão estampados em cada capa de revista, jornal ou no tom de voz da apresentadora do jornal das 20h... E muita gente não percebe isso.
Josu Mezo comentou que aqui na Espanha ele acredita ter mais conscientização sobre a manipulação proposital do que sobre os erros cotidianos. Deve ser porque os erros são tão escancarados que se percebem mais.
No Brasil não. Os erros parecem que não estão ali. O dito parece ser única verdade e que não existe parcialidade por que não deixam explícito. Claro que quando o apresentador é grosso com a candidata do partido que a rede não apóia desde quando Collor foi eleito, as pessoas percebem e comentam, ainda mais hoje com as redes sociais a flor da pele, mas não é a mesma coisa.
No Brasil se percebe os erros pequenos, mas não se percebe o jogo de interesses. Levam como verdade a capa da Veja, da Folha e do Estado e tudo o que se diz no Jornal Nacional é a realidade.
Temos que conhecer nossos meios de comunicação para entender que não é assim. Todos têm seus interesses. E a desculpa, o que é também a solução, é: o conteúdo é o interesse do público e não interesse público.

Continue lendo sobre a manipulação da mídia nos links Manipulação Midiática  e Como a mídia desvia sua atenção dos assuntos importantes

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Banda Believe



Quem conhece os meninos da Banda Believe sabe que eles são muito carismáticos, engraçados e carinhosos. Além disso, eles trabalham duro e são muito bom no que fazem.
Dron é o vocalista. Abner é o batera. Helinho fica no synth (saiba o que é). O Fê toca baixo. Fabinho fica na guitarra. Vini na outra guitarra e no vocal. E os seis em bastante sintonia.
A banda paulista está no começo, mas já conquistou fãs porque, segundo os integrantes, valoriza muito quem gosta do som dela e não é para fazer uma média e sim porque sente que os fãs são tudo. Mas não é só de bom papo e carinho que eles crescem, os meninos fazem um som de respeito e maduro.
           Eles vivem de e para música. Todos sairam de seus empregos tradicionais para focar exclusivamente na banda. Eles disseram que é difícil, mas que têm muitas alegrias: o resultado final, o carinho dos fãs, comentários e acessos no fotolog, essas coisas.
O dia-a-dia dos caras é refletido nas músicas que falam sobre circustâncias corriqueiras e os fãs se identificam e se emocionam com as mensagens. Perdas, felicidades e tudo o que já viveram são o que eles cantam.
Já existem fãs clubes em vários lugares do Brasil, cidades longes de São Paulo como Goiania e João Pessoa. Pra quem não acredita na força da Believe, já existe fã clube oficial em Portugal e no Japão. Eles ainda são independentes, mas não por muito tempo, logo ouviremos falar mais deles.
A Believe gravou o primeiro CD “OCICLO”, mas era com a primeira formação. Com a nova, atual e eterna, gravou o EP 2009 e, de acordo com os meninos, quem gostou das músicas novas, vão gostar mais ainda do segundo CD que já está no forno. E nesse novo trabalho vai ter muitos momentos de felicidade nas músicas já que se consideram na melhor fase da vida artística.
Pelo o que eu percebi, pra eles tudo é luta e muita luta. Talento existe em peso, mas a luta pelo sonho é bem forte. Eles valorizam tudo o que conquistam e isso faz a energia ser tão positiva quando escutamos as músicas deles. “Boa música, sinceridade, qualidade, humildade e dedicação” esse é o pacote Believe. E vale a pena acreditar. Conheça mais no Myspace deles.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Jogo da verdade da Banda Believe :)


Vocês já conhecem a Banda Believe, né?! Eu já fiz matérias com os meninos e seus fãs também... Confira todas as matérias deles.






Quando eu fui fazer a entrevista com os meninos eu levei um dado com os rostinhos deles para um pequeno jogo da verdade. A gente foi girando o dado e quando caía cada um, eles iam escolhendo um número e cada número tinha uma pergunta. Pra gente, gerou algumas risadas :) vamos ver o que vocês acham.









1) Qual seu maior medo? Ter medo.  (Vini)


2) Quando era criança, qual era seu brinquedo preferido? Um gameboy e o jogo do Pokemón.  (Vini)


3) Qual a coisa mais emocionante que já fez na vida? A festa de 15 anos da irmã dele. (Fabinho) 


4) Um seu vício que ninguém sabe? Eu penso em uma coisa, se eu olho para o ponteiro do relógio e tá no 12 é porque o que eu pensei tá certo. (Dron)


5) Qual o pecado que você mais comete? Pecado da gula. (Abner) 


6) Do último filme que você assistiu e gostou, qual o personagem que mais se identificou e porque? O filme é Ponte para Terabítia e tem um personagem que como eu, quando eu era pequeno não tinha muitos amigos e ficava muito sozinho. (Dron)


7) Se te convidassem pra posar nu, aceitaria? Não, se eu tivesse uma namorada que posasse nua eu não ia gostar, então eu não posaria. (Fe)


8) Quanto tempo aguentou ficar sem ficar com alguém? Oito meses. (Helinho) 


9) Qual o maior vexame que já deu? “Uma vez eu estava tomando coca cola e uma amiga veio me segurar, mas eu não segurei e aí a gente caiu dentro de uma lata de lixo”. (Helinho)


10) Qual a comunidade mais tosca que você já teve no orkut? Eu já “peguei” a Lessie, é a mais engraçada. (Abner)



quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Entrevista com a Banda Believe - Parte II

           


            Uma das coisas mais legais que os meninos da Banda Believe falaram (mais de uma vez) é a importância e a proximidade dos fãs. Sobre isso olha o papo que rolou:
           Dron disse: “Os fãs são tudo pra gente, sem eles não íamos ser nada” (L) Fabinho completou: “Somos pessoas normais, mas expomos uma arte pra eles. Tentamos passar que tá todo mundo em casa e não tem que rolar desigualdade só porque estamos no palco e o pessoal na pista” *-* Abner também deu sua opinião: “Valorizamos muito os fãs e os tratamos como a gente mesmo se trata” (L) E o Vini me deixou com fome: “é como se a gente fosse cozinheiro e fizesse um prato de comida e ao comer as pessoas gostassem, é a mesma coisa, a gente faz música, as pessoas gostam e a gente fica feliz” (nhami!)
           Depois que eles estourarem e virarem TOP, a intenção é que seja a mesma coisa. A banda vai ter mais compromissos e algumas barreiras existirão, mas vão trabalhar para que elas sejam quebradas: organizando as coisas para atender o maior número de pessoas possível. “Vai ser mó festa”, Abner. “A gente gosta muito”, Dron.
           Não é por acaso que eles já têm vários fãs clubes em cidades espalhadas pelo Brasil e DOIS internacionais: um em Portugal e outro no JAPÃO. Ahahn, Japão. 
           Por tudo isso, esse amor deles pelos fãs que eu separei nesse post as coisas mais legais e fofas que encontrei sobre eles para vocês se esbaldarem.


Eles são bonitinhos, né?! O que eles acham sobre beleza?

           Sim, eles se preocupam com a aparência. O trabalho deles é a música, mas a imagem faz parte. É como se fosse o produto (música) numa embalagem (aparência). MAS não é com isso que eles se importam. 
             Eu perguntei o que acham bonito e foi lindo vê-los falarem com sinceridade e balançando a cabeça enquanto o outro falava, concordando. O Dron foi o primeiro a responder: “sinceridade e o valor à coisas relativamente pequenas” que rendeu palmas no estúdio por todos. Os caras se importam também com a beleza interior, a humildade e a solidariedade.
           Só que os caras são homens, e em relação à mulher, eles não titubearam: não adianta ser hipócrita e dizer que beleza não conta, mas é só um atrativo a mais, é um conjunto. Mas tem gente que não é bonita pra alguém e é pra outra.
           Chapinha e tinta no cabelo sim, eles gostam de se sentirem bonitos. Estão preparando um novo visual para 2010. Aguarde!





O que foi dito:


·  Fabinho: “a pessoa se acha bonita por ter um cabelo, um olho bonito... mas isso às vezes não é uma beleza, o que ela tem dentro do coração, dos pensamentos e a forma de agir dela, torna uma pessoa bonita.”


·  Abner: “a pessoa pode ser linda, mas eu prezo a humildade, acima de tudo. Se a pessoa fica em cima do salto achando que é melhor, essa é uma que não vale absolutamente nada pra mim


·  Vini: “solidariedade! A pessoa que vê alguém com dificuldade e não faz nada não tem beleza. Tem beleza quem tá sempre com a mão estendida pra ajudar.”



Mais um pouquinho sobre cada um:



  • Quieto e tímido: Helinho / Falante: Primeiro rolou uma dúvida, mas depois foi votado no Fê – como foi dito na parte I (veja)
  • Filosófico: Abner, ele não concordou muito, mas...
  • Preguiçoso: o Dron, que não é bem preguiça, mas ele dorme de dia e fica acordado de noite. 
  • Irritado: o Fabinho se irrita mais facilmente “o canceriano da banda”
  • Paquerado? Mas que dúvida enorme surgiu com essa pergunta. Fê? Fabinho? É… Não adianta, todos são.



           A cara de capivara que o Helinho, o mais novo, faz na foto do Myspace, já é de anos, mas ela se oficializou com a divulgação da foto promo. Os meninos têm a impressão que ele era o capetinha quando era criança: só fazia arte, jogava açúcar no arroz e era aquele que mordia o dedão do pai... esse pai é músico.
           Abner quer ter uma padaria quando ele juntar uma grana, com um nome bem diferente (não vou dizer pra ninguém copiar)! E o amigo imaginário do Abner? De vez em quando os meninos o encontram passando duas vezes o bilhete único, falando sozinho. Mas não é sozinho, é com o amigo dele. :D
           Ouvi dizer que o Dron é um bom cozinheiro: o molho branco dele é o sucesso! Quem sabe ele não faz pra gente um dia desses? Ele cozinha bem, diz ele, porque ficava muito tempo sozinho quando era adolescente e tinha que se virar. O macarrão a bolonhesa do Helinho também é famoso.  
           Fabinho gosta do Jim Carrey porque às vezes se identifica nas brincadeiras, no jeito e na forma de descontrair e de levar a vida. Ele não é muito fã de filmes em geral, mas ele gosta muito dos de Carrey. Horóscopo ele lê bastante, o signo dele é câncer – entra num site disso e vê se o seu signo é compatível com o dele –.
           Vini acha o vocalista do Maroon 5 muito sensual (hehe). E ele escutava boy bands quando era mais novo. Ah, quem nunca ouviu que atire a primeira pedra, né?!  Vini é muito interessado em tudo o que tem a ver com música, estuda sobre esse assunto. O dia mais triste da vida dele foi quando seu HD  queimou: perdeu todas as músicas, e, de acordo com Fê, tinha muita música.
           Fê é meio grunge, hehe, meio Nirvana. Começou a fazer engenharia da computação, cursou dois anos e parou. Mesmo os meninos o elegendo como mais falante, ele foi o que menos falou (junto com Helinho). Foi o último a entrar na banda e foi quando entrou na Believe que aprendeu a tocar baixo. Fê foi super fofo com os fãs e também profissional quando ele passou o aniversário dele respondendo os fotolog.


Vamos conquistar os meninos pelo estômago?


           Foi difícil decidir o doce que eles mais gostam... São tantas opções, né?! O Dron gosta de torta holandesa. Fabinho gosta de mousse de maracujá e moranguete. O Fê gosta de um sorvete com cocada no meio, a tia dele quem faz. O Vini gosta de paçoquinha. O Abner de um doce que ele inventou: abacaxi cortado em cubinhos coloca leite condensado e achocolatado – o Flops, que vai ser o sucesso da padaria dele. O Helinho não gosta muito de doce, mas ele gosta de leite condensado “cozido” junto com o feijão na panela de pressão, pra fazer é fácil: pega o leite condensado lacradinho, lavado e, enquanto sua mãe estiver cozinhando o feijão, joga a lata lá dentro. “Ela não vai nem perceber e fica muito bom” ele dá a dica, o resultado é um doce de leite delicioso!


Aguarde mais sobre os meninos da Believe... Ainda falta falar sobre o jogo da verdade! Mas... continua aquele critério de postagem: enquanto não bombar de comentários aqui, nada de nova postagem!!!!!


sábado, 5 de dezembro de 2009

Sim, acredite na Believe


Quase chegando na estação de metrô combinada subiu um nervoso, fiquei tremendo, com uma falta de ar repentina. “Vou entrevistar a Believe, cara” falei pro meu amigo Isaque Criscuolo, que mesmo tentando, não conseguiu me acalmar. Fiquei assim porque iria encontrar seis músicos de categoria, aqueles que a gente se orgulha quando fala que é fã. Eles têm qualidade e boas influências musicais, cada um toca vários instrumentos e estão sempre tentando melhorar. A Believe não é apenas mais uma banda de garagem. Os meninos trabalham muito e já estão ganhando cada vez mais espaço e fãs. Pra você ter ideia, a banda já tem até um fã clube oficializado em Portugal. Mesmo com tudo isso, o nervosismo não durou, não. Foi ver o Fabinho que fiquei calma, não tinha como não ficar com tanta simpatia.
Seguimos para o estúdio onde foi a entrevista. O dia estava meio doido: chovia, fazia sol, depois as nuvens vinham... tinha chovido bastante e mesmo assim Dron, Fabinho, Abner, Vini, Helinho e Fê estavam lá, me proporcionando uma das tardes mais agradáveis que já tive.
Fê, 21, toca baixo, mas só a paritr da Believe, antes tocava bateria e já fazia parte da equipe. Pedia o baixo por curiosidade, para aprender e quando recebeu o convite pra entrar na banda, aprendeu todas as músicas em uma semana pra poder ensaiar. Helinho, 18, é do synth (saiba o que é), mas também só a partir dessa banda, Abner explica: “Ele sempre foi baixista na vida dele. Ele toca baixo, guitarra, bateria... Estávamos com a necessidade de alguém pra tocar o synth ao vivo, mas ele não sabia tocar. Pedimos pra ele comprar o instrumento, aprender e começar a tocar, foi assim que ele entrou na banda”.
Vini, 19, toca guitarra e também canta, começou a tocar aos 14 anos, “meio tarde” como ele disse. Abner, 26, toca bateria desde 15 anos e fez só três meses de aula, aprendeu a ler partitura e depois disso foi aprendendo sozinho.
Fabinho, 23, toca guitarra. Ele começou com 18 anos e aprendeu sozinho. “Sozinho, na raça, procurando me informar”, ele diz.  Dron, 24, é o vocalista da banda e começou aos 17, ele tocava guitarra e cantava, mas depois focou mais na voz, nunca fez aula de nada.
Quando perguntei quem era o mais falante, estava esperando que a resposta fosse o Dron ou o Fabinho – que falaram mais na entrevista inteira -, mas ficaram na dúvida e elegeram o Fê, que quando começa a falar não pára mais. “A gente faz contagem regressiva, quando chega no zero, a gente dá vários tampões nele” diz Fabinho. Em contrapartida, não tive nenhuma dúvida que o mais quieto é o Helinho, e todo mundo concordou. “Sou meio tímido, às vezes”, ele diz. Mas tem dia ou quando ele tá bravo que não pára de falar.
Se você gosta de música boa, gente competente e atenciosa, a Banda Believe é uma boa sugestão pra colocar no seu iPod. Depois que decidiram que essa formação seria eterna, os caras abandonaram tudo pra ficar com esse projeto. E pelo o que parece, eles estão alcançando os objetivos. 
Em uma tarde inteira de conversa – formais e informais – descobri várias coisas sobre a Believe. Leia nos próximos posts o que eles pensam sobre o Jim Carrey, doce de leite no feijão da mãe, humildade e muito mais. Descobri um vício do Dron que ERA segredo, que o Abner tem um amigo imaginário e muita – MUITA – dedicação e profissionalismo.


 Confira no post abaixo a matéria feita no encontro de fãs no MASP.


Banda Believe no Myspace


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Banda Believe: E você, acredita?






    O encontro dos fãs:


               Dia 28 de novembro, sábado, o Grupo World de divulgação realizou um evento que fez o maior sucesso. Mesmo sendo dia de outros eventos na cidade de São Paulo, tinha muita gente reunida!
              Pela cara de alegria do pessoal das bandas, tinha mais gente do que eles sonhavam. Pelas estatisticas das organizadoras, mais do que o esperado. A lista tinha trinta pessoas confirmadas, eu contei pelo menos sessenta.
              O evento contou com a presença das bandas Believe, Trinity e Hydrogen. Os fãs de Hori e Restart estavam lá também. Confira logo mais a matéria em áudio que eu fiz com as meninas da organização do evento.

    A Believe e a Hydrogen tocaram juntas, confira o vídeo:
      

     Never give up, always BELIEVE.
    Vamos tentar desvendar o segredo do sucesso?

            Você vai ler nesse post o que rolou no evento com a banda Believe e ler sobre o que o público pensa sobre eles e como cativam os fãs. Boa leitura.
            Para conferir o que a banda tem de musical para oferecer, acessem o Myspace deles e/ou baixem as músicas O CICLO e EP´09  para seus ipods e mp3s!
     





    Gabi conhece a Believe!


             Naquele dia 28 de novembro cheguei na Av. Paulista lá pelas 14h. Estava ansiosa para conhecer a Believe, já havia escutado o som deles, amado o Myspace super criativo e fuçado em todas as comunidades do orkut. Lá pelas 15h eu e a Lele – minha guia – depois de conversar bastante, fomos procurá-los.
             Eles foram aparecendo aos poucos: o primeiro que conheci foi o Dron (vocal); logo depois nos encontramos com Helinho (synth/programação); e em seguida o Fabinho (guitarra) e o Fê (baixo) chegaram juntos. Lá no MASP, conheci o Abner (bateria) e por último fui apresentada para o Vini (guitarra e vocal).
            Eles me receberam com um sorriso maior que o outro, beijos e abraços que os acompanharam durante o evento inteiro e para cada fã que chegava neles! Os garotos estavam se sentindo em casa, se misturaram, pegaram o violão e ficaram fazendo o som. Estavam também recebendo e dando carinho a todos os presentes. 

    Os fãs e a Believe!

            Sobre o pessoal que curte banda, todos são muito carinhosos e animados: cantam junto, tiram foto, conversam e viram amigos. Você pode perceber o carinho dos fãs pelos garotos e vice versa, nesse vídeo super-fofo do Fê lendo uma carta da amiga/fã/BFF, Maash, confere aí:




             Pelo vídeo já dá pra perceber o quanto eles já são queridos e o quanto querem os fãs.



            Meninos também são fãs, mas a quantidade de meninas é muito maior e chega a ofuscar a presença deles, por isso, não ocosionalmente me peguei escrevendo “as fãs” ao invés de “os fãs”. As meninas adoram, os meninos se espelham, todos cantam e se divertem com todo mundo. Entre os fãs, não há diferença, todos parecem se conhecer e se gostar.
            A banda se divulga pela internet (a história da banda com mais detalhes vem no próximo post, em uma entrevista exclusiva com eles), então podemos partir do princípio que a maioria dos fãs é o internauta que foi conquistado aos poucos.
            Normalmente, o pessoal que curte o som da Believe já curtia esse estilo de música e uma indicação de outra banda, um recado no orkut ou no fotolog pedindo que conheçam um novo som... acabam levando o internauta a conhecer bandas novas.
            A fã Vívian, 20 anos, mora em Campinas e já curtia NxZero, Fresno, Glória e quando conheceu a Believe, por uma amiga, baixou as músicas, “mas nunca dava certo de eu ir aos shows, até que agosto desse ano consegui”, disse Vivian. Desde o primeiro show já cantava todas as músicas, conheceu os caras e agora sempre que pode, vai a São Paulo para visitá-los em shows ou encontros, como esse, no MASP.
            Kelly, 18 anos, é a Kellovers ou  simplesmente Kell, como o pessoal a chama, conheceu os meninos pelo fotolog. Ela foi convidada para o primeiro show deles, “eu pensava: o que custa tentar ouvir? Procurei conhecer a banda e gostei.”, disse. Ela também já gostava desse gênero e gosta de conhecer bandas novas.
             No evento, estavam os fãs e pessoas que acabaram de conhecer as bandas, mas não perderam a chance de conferir o que as esperavam. Aline tem 14 anos e conhece a Believe há pouco tempo. Eles mandaram uma divulgação no orkut dela que correu pro Myspace para ouvir... gostou, foi ao encontro e levou a amiga dela pra conhecer também. Ainda não foram em um show, mas esperam o fim de ano para ir.




    Porque o pessoal acredita na Believe
             Os fãs da Believe, como ela é divulgada na internet, são internautas, mas esse meio tem muita concorrência. Com tantas opções de bandas, a Believe tem algo de especial. O que ela tem de tão especial? Foi conversando com as fãs que eu – acho –que descobri.
             Aline, a fã de 14 anos que conheceu há pouco a banda, me disse: “eles são simpáticos! Por serem de banda, eu tenho a impressão, às vezes, que podem ser arrogantes, mas chegou na hora mudou totalmente a minha visão.”
             Vívian, a fã de Campinas, me disse com um sorriso no rosto: “adoro os meninos, todo mundo!” Ela vem de longe para dar uma força e acha que é importante a relação que eles têm com os fãs.
              Ela gosta muito da banda e está montando um fã clube, que ainda não é oficializado por eles, em sua cidade. Segundo a fã, muita gente fala com ela sobre eles e quer que a Believe faça um show lá. Vivi, esperançosa, me disse: “o pessoal de Campinas quer muito eles lá! Estamos fazendo o fã clube, vamos ver se dá certo levá-los pra lá”.
             Vivi comentou que os fãs querem que eles fiquem famosos e querem fazer parte da história da banda: “Quero eles seguindo em frente, ficando famosos e que quando eu olhar pra trás saber que fiz parte dessa história e de certa forma fui amiga, que ajudei a promover essa banda”.
              Kell já foi em seis ou sete shows, é uma das fãs mais conhecidas (uma amiga minha, que não esteve no evento, disse “você tem que conhecer a Kellovers, é a fã número um”) e acha que a relação entre os fãs e eles é bem animada porque além de mostrarem o trabalho, eles são amigos: “essa ligação de amizade que eu acho que é mais importante, porque não adianta a banda fazer o show e não ligar para os fãs... de certa forma os fãs fazem parte da história da Believe”, disse.
              O segredo está na relação deles com as fãs, Kell disse: “Eu acho eles demais. A ligação com outras bandas que eu gostava antes não era tão forte como ta sendo com eles. O carinho deles pelos fãs é diferente, é aquele contato mais físico, eles se preocupam com a gente... Uma vez não rolou um show e eles foram super carinhosos, pediram desculpas. O jeito que eles tratam os fãs é como parte deles mesmo!”
             Pelo o que parece, simpatia é mesmo o que está conquistando os fãs! Mas com certeza não é só isso, não. O trabalho deles tem muita qualidade. Se depender do ritmo que está, dos fãs e do trabalho da Believe... ela promete!!! Promete estar em todas as rádios, lotar shows e conquistar muitos fãs que ficam ligados na programação da banda. 
            Aproveite que os meninos estão sempre conectados e atualizando seus Myspace, o fotolog, twitter e orkut! não perca tempo, acompanhe você também.

    Fiquem ligados porque logo mais aqui nesse blog, uma entrevista exclusiva com eles - como mostra o  primeiro vídeo !!




    Se curtiu, clique na imagem acima e vote nas categorias: 


    Banda (Nacional): Believe



    Disco (Nacional): OCICLO
    Melhor Demo (Nacional): EP09
    Música (Nacional): Ate a Chuva Passar
    Revelação (Nacional): Believe
    Show (Nacional): Believe
    Banda Promessa para 2010 Believe
    Melhor Vocalista: Dron
    Melhor Guitarrista: Fabinho ou Vini
    Melhor Baixista: Fê Cavden
    Melhor Baterista: Abner
    Melhor Fotógrafa: Bruna Hajli 


    terça-feira, 6 de outubro de 2009

    Gabi fala com Bernardo Falcone




    Em busca de mais novidades para os leitores do meu blog, consegui conversar com (fofíssimo) Bernardo Falcone, que representa Fred, um dos personagens principais e mais lindos de Quando Toca o Sino do Disney Channel (para quem acompanha não acha lindo a Bela e o Fred? _o/ eu acho!).


             Bernardo Falcone tem 26 anos, é ator, canta, é lindo, e... com tantas coisas, eu pensei que ele podia ter visão laser também, mas, para minha decepção, ele disse que não. “(risos) Não tenho visão laser, mas consigo me teletransportar. Tô brincando." Sobre o que ele faz, disse: "Eu sou muito ligado a artes, gosto de escrever, compor, mas isso eu guardo pra mim, deixo pra ler daqui a alguns anos.” Acho que os fãs iam amar ler, mas tudo bem, vamos respeitar a privacidade do nosso ídolo lindo!

             Para ele, a diferença entre trabalhar no Disney Channel e em um canal aberto é o direcionamento da comunicação e o público bem definido: “A gente sabe pra quem está falando e, por isso, sabe como falar ou pelo menos, é o objetivo que buscamos. E o público do Disney Channel é um público muito fiel, exigente e antenado. Por isso temos que ficar espertos o tempo inteiro.”, quem discorda? Eu não!

             Apesar de adorar crianças, dificilmente está no meio delas, além disso, quando perguntei se ele era muito reconhecido na rua, ele respondeu: “Depende. Eu sou muito diferente de como apareço na TV. Sou mais ‘largadão’, ando com a barba por fazer...”, então, pessoal, vamos prestar mais atenção nesses detalhes (brincadeirinha)!

             Quando eu, Gabi, converso com as pessoas sobre sensações como as do Disney Channel, muita gente já vem com um baita preconceito, e esquecem de pensar em um lado que Bernardo comenta: “é preciso entender que o objetivo é trazer entretenimento e alegria pra quem assiste. Óbvio que no meio disso, é essencial trazer mensagens positivas, ensinamentos.”

    Talvez falte no dia-a-dia do pessoal essa magia e os canais infantis trazem isso, na opinião de Bernardo: “A diversão, a música e toda a magia Disney são as principais estrelas do canal. Por isso as sensações Disney não são admiradas só pelas crianças, os pais curtem o canal, porque foram crianças que já assistiram os grandes clássicos”, Não dá pra negar que o canal está super na moda, os artistas estão saindo de lá para as rádios, outros canais, ganhando prêmios e bombando na internet.

             Quando se trata dele, pessoalmente, disse que quer tocar o maior número de pessoas e “Dar vida a personagens únicos e extremamente humanos, com quem as pessoas consigam se identificar” (disse entre parênteses: "engraçado falar pessoalmente sobre o meu trabalhoé por isso que o comentário também está entre parênteses: queremos saber mesmo de você, pessoalmente!!)

             Todos nós adoramos o canal e parece que os amigos de Bernardo também: “Todos ficam surpresos por eu fazer parte da família Disney. O nome, a marca Disney tem um peso em qualquer lugar do mundo. Todos adoram!”, claro, não poderia ser diferente, Bernardo está realizando um sonho (“A Disney é: Um sonho” trecho de entrevista no site do Fã Clube Oficial). E cá pra nós, mesmo que alguém não o apoiasse, esse alguém seria tão bobo que nem valeria a pena se importar com isso, né?

             Sabe uma coisa que Bernardo adora? Com essa onda de novas mídias digitais, ter contato com os fãs! Ele confessa que às vezes dá um pouco de preguiça “como qualquer pessoa”, diz, mas completa, “Aí eu prefiro não entrar na internet, porque quando eu me sentir obrigado, vou começar a achar ruim. Faço porque gosto”. E tendo um pouco de paciência, como ele mesmo  sempre pede, todo mundo será respondido. Ele me disse que é ele quem atualiza seu twitter e lê e responde os e mails e cartas.
             Para Bernardo, os artistas tem um papel específico na sociedade “Nós somos um espelho do mundo em que vivemos. Nós como seres humanos já somos esse espelho, o ator tem esse papel de fazer as pessoas se enxergarem nele e refletirem sobre si mesmos.” Sobre sua profissão, disse: “ela transforma não só os espectadores, transforma a gente também.”.

             Olha só o que ele disse que me fez mais fã dele ainda: “Eu sou um cara muito ligado aos amigos e à família. Devo à eles toda a minha fonte de inspiração e criatividade.”, eu não disse que ele era fofo? Pessoas que tem esse carinho pela família e amigos têm que ser levadas a sério, têm que ser amadas!

             Fiz uma pergunta especial para os fãs curiosos sobre os projetos atuais e futuros dele: Ainda tenho mais história dentro da Disney e algumas outras coisas engatilhadas que não posso contar ainda” Ah, mas vamos ficar ligados em você, quando puder dizer, conte-nos! Mas ainda tem mais: “Quero dar mais atenção ao meu lado musical e lançar algumas músicas na internet e presentear os fãs.” Uau! Que bacana, vou baixar todas que ele disponibilizar, vou comprar todos os CDs e vou em todos os show que ele fizer!


           Bernardo Falcone está no Twitter e em Quando Toca o Sino. Ele é muito lindo mesmo e por isso já foi colírio de Capricho e tem umooonte de fotos e vídeos na rede, googuem lá: Bernardo Falcone!

    Fã Clube bacana, vamos seguir no twitter: @BFalcone_lovers



    Obrigada ao Bernardo que foi fofíssimo mesmo! Espero que vocês, leitores, tenham gostado! Comentem bastante que ele vai vê, heim! 





     
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