Assista esse vídeo. Complemente as informações nos comentários. Estou revoltada, aproveitei o auge da minha falta de paciência com o serviço público para escrever o texto e depois gravar. Desculpa se falei alguma besteira, se dei alguma informação errada.
A GENTE QUER ORDEM. A GENTE QUER PROGRESSO. A GENTE QUER HOJE.
Uma ideia, por mais mediana que seja, divulgada, acredito valer mais do que uma boa ideia guardada.
Se você acreditar na mensagem do vídeo, passa pra frente. Fiz o que eu podia, não posso fazer você comprar essa briga comigo se não acreditar. Agora a batata tá na sua mão: curtiu de verdade? Compartilha! Não custa nada e quem tá no vídeo sou eu, mesmo... não há motivo pra se envergonhar hahahhha..
Admito que sou uma estudante de jornalismo relativamente desatualizada. Não que eu não saiba realmente o que está acontecendo, mas tem coisa que eu prefiro não saber em detalhes. Quero que saiba que esse primeiro parágrafo está sendo escrito apenas para me desculpar, verdade.
Ontem me arrepiei ao ver uma foto. Sou sensível demais e ler “desocupação” “milhares de familias” já me faz chorar. Então prefiro não saber. Li (chorei) um pouco sobre o assunto, e não tenho propriedade para falar dele aqui, por isso, procurem no Facebook artigos sobre isso. Aqui falo mais de um sentimento estranho esse que está dentro do meu coração. Vamos lá, é um desabafo.
A Foto que me Fez Arrepiar - Ainda não sei o Autor
O mundo é dos ricos, as pessoas que vivem a margem da sociedade e são esquecidas, apenas lembradas para serem acusadas, linchadas. Invasores, marginais, traficantes, violentos, resistentes, nunca seres humanos... Aquela máxima de que ‘todo mundo é igual’, só funciona com aquele complemento famoso ‘mas alguns são mais iguais que os outros’ (George Orwell).
Em minhas visitas às comunidades carente com a ONG Um Teto para meu País é unânime a falta de atenção dos nossos ‘representantes’ para com a sociedade. Minha última visita, no sábado, olhei uma pasta com entradas de pedidos não atendidos, e talvez alguns que jamais serão. A representante, eleita com mais de 240 votos, que faz vários cursos, queria fazer faculdade de direito (eu e meus colegas ficamos positivamente surpreendidos) e nos disse que a comunidade está organizada, que as famílias comparecem em todas as reuniões, pedidos e mais pedidos... E nunca têm respostas: "e eu vou falar o que pra eles se eu também não tenho resposta?", nos disse Jo, da associação do Jd. Isildinha, em Guarulhos.
Alguns barracos – e algumas casas de blocos também – destruídas pela Ambiental no Jd. Pantanal... Enquanto isso, todo mundo viu no jornal, eu vi ao vivo: inundação, crianças brincando na água, casas que eu tive certeza que assim que chovesse ia alagar... E diante de tudo isso, a polícia vem derrubar casa?
Eles querem fazer um PARQUE!!!!!! A população não precisa de Parque, precisa de moradia decente, infraestrutura de qualidade, educação e saúde, não de um parque no lugar de suas casas!
Tenho medo de polícia... Ela não deveria zelar pelos nossos direitos? E o direito a moradia? E o direito a uma vida digna? Ameaçam os moradores, oferecem R$ 300 (TREZENTOS!!!!) de bolsa aluguel. Sr. Kassab, Sr. Alckmin, Sra. Dilma! Onde vocês encontram um aluguel de R$ 300? Vocês conseguem viver em um apartamento digno com R$ 300 de aluguel? Onde? Quanto custa o aluguel do seu? Aceitariam se oferecessem R$ 300 para alugar um apartamento? Com esse dinheiro só é possível alugar um barraco, em outro lugar. E quando menos se espera... Esse outro barraco vai abaixo porque é irregular, também. Porque é o que se tem com R$ 300. Isso e promessas de projetos que nunca ficam pronto!
Tudo isso só me faz pensar mais ainda sobre a falta de vontade... dos políticos, dos ricos donos desses lugares, da mídia, dos formadores de opinião. Falta de vontade das comunidades, dos moradores? Falta de vontade de que? De ter uma vida digna, de viver sem doenças? Dar educação e saúde para os filhos? Falta de vontade deles? De ter mais liberdade, de não ter tantos problemas primários? Falta de vontade de trabalhar dignamente? Falta de vontade de ser olhado com mais respeito? Falta de vontade de saber que os filhos estão bem, que eles estão seguros e longe de drogas e álcool?
Não. Eles não têm falta de vontade! Alguns já estão acostumados, sim; outros já estão de saco cheio; alguns não aguentam mais correr atras; mas o problema é que todos estão sem esperança. Culpa de quem não faz o que deveria fazer. Culpa de vocês, sim, senhores políticos e caras que querem seus terrenos de volta só para ficar vazio, mais bonito ou para investir $.
Organizar é muito mais fácil que desapropriar. Mudar o problema de lugar é fácil - e literalmente mudar, porque nada será resolvido, para onde vão essas pessoas? Esconder o problema é fácil, é só jogar pra longe, como lixo. Ou melhor, nem como lixo, vide Rio Pinheiros e Tietê, tão próximo a cidade.
É, meus caros leitores, se as pessoas não têm um teto para morar, o que é o mínimo, quando vão poder se organizar para conseguir água encanada, saneamento básico, ruas asfaltadas, luz elétrica, escolas para seus filhos e hospitais públicos? Como eles terão tempo para superar tanta burocracia para os problemas maiores, com medo diário de perder o teto que têm, onde criam seus filhos? Se eles não tem um teto digno para viver... Onde vão poder cultivar seus sonhos?
Quando eu conheci a ONG Um Teto Para Meu País, não tinha nem idéia do que esperar. Uma ONG de jovens universitários, como eu, que constrói casas de emergência e denunciam a cruel realidade de pessoas que vivem abaixo do nível de pobreza, era o que eu sabia.
Fui para minha primeira construção sozinha, conhecendo, de vista, meia dúzia de pessoas que interagi em outros eventos do Teto. Não importava, eu estava fazendo o que meu coração mandava.
Passou a primeira, foi a melhor sensação possível. A equipe da logística, da qual eu fazia parte, ficou bem unida. Pouco conheci as famílias, mas eu sabia que meu esforço tinha valido a pena.
Um mês depois rolou a segunda, foi minha primeira, de fato, construção. Foi difícil, choveu, fez frio, ajudei uma equipe que ainda estava nos pilotis e no barro as 20h do sábado.
Mesmo com toda a dificuldade, CEM casas foram construídas naquela ocasião. Mais do que isso, CEM famílias não dormiriam mais no frio, na chuva, com animais perigosos e nojentos entrando em casa.
Depois veio setembro I e logo chega setembro II e a cada construção fico com vontade construir de novo. Não estou copiando nem citando ninguém, é que realmente a sensação é essa, para a maioria das pessoas: o dever cumprido, a felicidade das famílias que merecem e trabalharam para conseguir essa oportunidade, vale MUITO a pena.
Acho que o voluntário ganha tanto quanto a família. Ou mais... Você não consegue sair de lá e continuar pensando igual quando entrou, seja lá o que pensava antes. Você entra de um jeito, e sai de outro, mesmo que seja difícil de perceber.
O Teto não soluciona o problema da família, mas melhora sua auto-estima, faz com que eles se sintam lembrados e amados novamente, traz a sensação de viverem com mais dignidade, sem medo de perder o barraco por qualquer chuva e ventania.
A verdade é que o Teto sobe mais do que uma casa para algumas famílias, ele nos traz a esperança que falta em nosso País.
Porque muitas vezes não sentimos que estamos gozando de todos os recursos para viver com dignidade, para sermos pessoas melhores?
Não sou especialista em política (estou muito longe disso), mas de acordo com meus conhecimentos acadêmicos e empíricos vou lançar mais uma reflexão, dessa vez baseada nesse tema. Todos nós queremos crescer, sobreviver, evoluir, ter uma vida digna e uma expectativa dela. Mas por que muitas vezes sentimos que isso não está presente no nosso dia-a-dia?
Antes de falar da nossa sociedade, vou comentar como foram formadas outras. Alguns países vêm de uma formação organizada, têm histórico de luta pelo nacionalismo, guerra entre reinos rivais e alianças entre os que poderiam se ajudar. No nosso país, isso não aconteceu. O Brasil não foi descoberto como muitos dizem e muito menos planificado, ele foi explorado e covardemente dominado, formando-se, assim, de uma maneira mal organizada, com uma cultura patriarcale cada um pensando no seu própriointeresse e não pelo bem dacoletividade.
E talvez o sentimento de falta de dignidade em nosso país venha desse crescimento e formação política semplanejamento. E o pior… Muitos enxergam o problema, mas não querem abrir mão do que é seu para tentar mudar em prol da sociedade.
E o que podemos tentar fazer para tentarmos melhorar nossa qualidade de vida? Temos que conhecer nossos direitos de cidadão (muito mais do que apenas de consumidor), ser mais politizados (apesar de haver muito preconceito em relação a esse tema), tentar obter o máximo de conhecimento sobre o mundo e não se conformar com o que aparentemente é normal, ainda que seja ruim.
Para mim, normal é a gente ter uma vida digna, poder se relacionar de forma saudável com os outros, ter as mesmas oportunidades e poder lutar pelos nossos direitos. Mesmo que seu conceito de “normal” seja diferente do meu, fica aqui uma reflexão sobre a vida e de como viver melhor.
(sei que dignidade é uma palavra um pouco geral e relativa, mas pode entender como quiser, esse é o objetivo, você interpretar se acordo com sua realidade)
Você que vai ficar em casa, tranquilo, no sofá, poderia parar para pensar um pouco no que isso significa. Há 121 anos o Brasil instaurou o regime republicano. 67 anos antes o Brasil havia se tornado independente. Isso é, antes de 1822 o país era dependente de Portugal e até 1889, éramos governados por monarcas.
De um tempo para cá, muita coisa mudou. Passamos por crises, quedas, ditaduras, cruzeiro, cruzado, novo cruzeiro, Collor, impeachment, FHC, Lula e esse em 2010 acabamos de eleger nossa primeira presidente mulher e a 36a pessoa a assumir esse posto. O Brasil é feito POR NÓS, cidadãos. Vamos trabalhar e tentar agir honestamente para poder cobrar daquelas pessoas que nos dizem representar-nos.
O Brasil foi e é explorado por países mais ricos, mas ainda assim, há esperança em cada olhar honesto e humildo do povo brasileiro. Vamos levantar nossa bandeira, com ORGULHO e não com vergonha. Vamos mostrar a beleza do país mais bonito e rico do mundo.
Vamos nos preocupar com problemas realmente importante e tentar investir força e dinheiro em resoluções e não em distrações. Tem coisa que não é da nossa alçada, não podemos fazer nada. Mas essas são as grandes decisões tomadas por pessoas mais poderosas que nós. Mas mudar o nosso cotidiano já é muito, e isso nos faz ser muito mais poderosos do que pensávamos.
Orgulho esempre em frente, povo brasileiro.
FELIZ 15 DE NOVEMBRO,DIA DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA,PARA TODOS!
Em 2002, quando Lula foi eleito pela primeira vez, eu só tinha 14 anos. Não sabia muito de política, mas eu sabia de algo importante: o Brasil é só um, todos iam ter o mesmo presidente e as conseqüências de um bom ou mau governo iam ser para todos, e não só para quem havia votado nele.
Quando somos crianças reproduzimos o que ouvimos dos adultos. Ouvia de pessoas da minha idade: “espero que agora o Brasil se “perca“, para esse povo parar de ser burro”. Mas espera aí... Se o Brasil se “perder”, vocês não vão se “perder” também? Se a esperança do país ir pra frente não existia dentro do pensamento dessas pessoas, eu fico pensando, será que não seria melhor rezar, pedir a Deus um milagre do que ficar rogando praga?
Em 2010, Dilma Rousseff foi eleita. E não posso negar minha satisfação de ver uma mulher, finalmente, no topo. Eu preferia que fosse uma mulher mais preparada, mas tudo bem, ainda é mulher! Eu tive aquela vergonha alheia quando vi uns vídeos de entrevistas e de discursos, mas Lula também nos fez pagar alguns micos e ainda assim, eu vi Lula segurar a barra em 2008 quando todos os países, inclusive os Estados Unidos, estavam em crise e sem emprego.
Eu tenho medo de que ela não saiba dizer não aos chefões (porque vocês não acham que são os presidentes realmente que governam, né?!), que ela fique amiguinha de Hugo Chávez e que haja uma mudança grande na maneira que dizemos o que pensamos (sim, estou falando de censura). Tenho medo que ela não saiba governar para nós.
No entanto, ainda tenho esperança pelo simples fato de que ela é gente e eu acredito em gente. E não foram só pessoas pobres e sem educação que votaram nela. Conheço pessoas inteligentes, formados em universidades, pensantes, formadores de opiniões que deram seus votos de confiança à eleita. E por isso que eu não acredito que ela seja de todo o mal.
Somos apenas um país, a partir de 2011 governados por Dilma Rousseff querendo ou não. E no fim das contas, como eu disse no começo, todos nós vamos sofrer as consequências. Então, nada de pensamentos negativos! Não é só de um presidente que um país é feito. Não quero ver ninguém de luto, ninguém dizendo que agora o Brasil já era. Não quero ouvir ninguém desanimado! Vamos continuar lutando todos os dias, fazendo nossa parte, trabalhando como nunca, estudando bastante para não nos deixar levar por manipulações de gente e mídia medíocre.
E assim como existirá uma só conseqüência para todos os brasileiros, todos nós temos também o direito de exigir que ela governe bem e para nós. Quem votou ou não nela. O Brasil inteiro. Somos nós que temos que ficar de olho!
Eu estou com muita esperança de que tudo vá bem e que seja quem estiver governando – seja Dilma ou seus companheiros – que façam o bem. Porque ela foi eleita presidente, e como tal tem que representar os direitos dos brasileiros e não os seus próprios. E vamos cobrar. E se depois de tudo minhas esperanças forem embora e eu passar por uma iludida, ingênua e infantil por ter escrito essas palavras, estarei preparada com minha tinta verde e amarela para sair nas ruas de cara pintada.
Quando o governo alemão começou a matar os judeus, a imprensa americana não noticiava como uma história importante e de interesse público. De acordo com o documentárioHolocaust: The Untold Story(eu assisti noNewseum), as mortes eram noticiadas em pequenas notas nas páginas de dentro dos jornais. Quando já era tarde demais, os jornais importantes começaram a fazer desse assunto, primeira página. Motivo? Interesses pessoais.
O que aconteceria se colocassem assim que soubessem nas primeiras páginas de seusNew York TimeseWashigton Post? Moveriam a opinião pública e poderiam ter conscientizado os cidadãos que algo não ia bem? Isso poderia mudar a política do governo? Poderiam ter evitado mortes e tanto sofrimento? Poderiam ter mudado o rumo da história mundial?
Se você pensa que está muito longe da nossa realidade e que isso não vai se repetir porque foi há muito tempo e que hoje a comunicação e a tecnologia fazem as informações serem mais certas e que não dá para esconder nada... Está enganado. Por exemplo, durante 12 anos a rede CNN monopolizou as imagens da Guerra do Golfo e o mesmo aconteceu na guerra do Iraque (isso se não está acontecendo também nesse momento, o que não duvido). As guerras, para os americanos, são como seu governo quer que seja. Muita glória, poucos soldados mortos e nenhum civil afetado. E a realidade não é essa. Isso porque estamos falando de uma guerra! Imagine qualquer outro assunto que quiser, a facilidade que um canal de televisão tem para esconder um escândalo, por exemplo.
Saber disso tudo te faz sentir uma vítima? ( ) sim ( ) não ? Se não, ótimo. Se sim, não deveria. Admito que a mídia tem sua parcela - alta - de culpa sim. Mas nós espectadores também. Nós somos os consumidores dessas informações e deveríamos escolhê-las bem, mas não fazemos isso. É muito mais fácil quando consumimos só o que nos oferecem, sem que seja feito um esforço para refletir ou buscar mais além do nosso jornal preferido. Então, considero o consumidor como cúmplice da manipulação da mídia. Se ninguém deixasse ela nos manipular, isso não aconteceria.
Ok, nem todos têm instrução para saber disso, então o que fazer? Nós, que temos boa educação, deveríamos começar a mudar um pouco. Se informar com mais de uma linha editorial (o que é isso?), duvidar de tudo o que dizem, ter sua própria linha de pensamento lógica e não fazer da opinião de um jornal, revista, político ou qualquer um, o seu ponto de vista.
Cúmplices sim, vítimas não.Você pode escolher. Não podemos fazer a mídia ser totalmente imparcial e independente, mas podemos nos adaptar a ela. Como países democráticos, de certa maneira, é bom ter dois jornais concorrentes falando do mesmo assunto sob pontos de vistas distintos. Assim podemos compará-los e decidirmos, por nós mesmos, o que é certo e o que não é. O que é verdade e o que não é. Já que a parcialidade existe, ainda bem que há vários de vários pontos de vista. Imagina se tivéssemos apenas um jornal com só um ponto de vista, o do governo, por exemplo?
Ficar parado, de braços cruzados, pensando na novelinha de hoje à noite e quem vai entrar no próximo BBB não é a melhor maneira de fazer o mundo andar pra frente. E se você realmente pensa isso importante e que você já faz sua parte, acho que se chegou até aqui é porque sabe que pode fazer melhor! Então FAÇA!!!
Nesse blog há artigos relacionados com essa linha de pensamento. Se ficou interessado, vai descendo e olhando para ver o que te interessa.
Como exercício, analize essa capa de um site de notícias, com o público alvo de homossexuais:
Eu não tenho preferência a nenhum partido político. Não sou petista, nem qualquer outro.
Eu voto no candidato que eu mais confio. Mas eu não estou aqui para dizer em quem vou votar (até porque talvez, infelizmente, eu NÃO vou votar), mas para dizer algumas coisas.
É muito fácil falar das plásticas da Dilma. É muito fácil reencaminhar emails falando mal dela. É muito fácil transmitir o que os outros falam.
Mas a gente esquece que se essas pessoas fazem plásticas ou se maquiam demais é porque nós, o público, exige uma boa aparência. Leia a entrevista da presidente do Flamengo sobre o goleiro Bruno, ela fala um pouco sobre isso.
Nossa sociedade é ridícula nessa dimensão: exige boa aparência de todos. Então, antes de criticar, vamos pensar se não somos nós mesmos, pessoas fúteis e superficiais que exigem, indiretamente, "boa" aparência da nossa candidata.
É muito fácil reencaminhar emails porque são engraçados. Mas a gente esquece que a candidata é do mesmo partido do atual governo, e que vocês gostando ou não, melhorou nosso país e não nos deixou cair em momentos de crise MUNDIAL.
E a última coisa. Cuidado com as informações que vocês passam. Eu estudo jornalismo, mas não posso ser hipócrita ou ingênua em pensar e transmitir pra vocês que as nossas mídias de hoje são sinceras e imparciais. Cuidado com as informações que vocês acham relevantes.
Todo grande meio de comunicação tem seus interesses. Ate mesmo quem não parece que tem interesse, quem parece que esta prestando um serviço publico. Meus amigos e amigas, TODOS tem interesse. Globo, Estado, Folha, Band. Record, SBT, ESPN e Disney Channel
O twitter ta cheio de gente falando sobre a Dilma dizer que a Baixada Santista é no Rio, mas não perceberam que ela pensou certo, mas falou errado. Reparem: "A Baixada Santista, no Rio, e a Baixada Fluminense aqui no Rio de Janeiro, ela teve um investimento monumental em saneamento." Se ela achasse mesmo que a Baixada Santista fosse no Rio, ela teria dito algo assim: a Baixada Santista e Fluminense aqui no Rio de Janeiro. Mas não. As pessoas esquecem de pensar que, por mais que ela seja candidata a representar o Brasil e que os erros sejam mais feios vindos dela, ela também é um ser humano, e como tal, erra, confunde.
Talvez Dilma não seja mesmo a melhor escolha pro Brasil. Mas temos que pensar em bons motivos para isso. Temos que conhecer todos candidatos para comparar.
Vamos parar de encontrar desculpas pequenas pra não melhorar nosso país que é ENORME!!!!!
BRASIL, EU AMO VOCÊ.
Eu sinto MUITO por não poder votar esse ano.
Aliás, será que eu posso votar pela embaixada do Brasil na Espanha?
Se eu puder, eu farei isso, se não, DESCULPA BRASIL!
Brasil, eu amo você. Eu quero seu melhor!!!!
obs.: eu sei que eu tenho conversado com algumas pessoas sobre política, mas eu juro que não é nenhuma indireta pra ninguém, não estou tentando manipular ninguém, eu nem ao menos tenho uma opinião totalmente formada. eu só estou escrevendo o que estou sentindo.
Esse é um blog literário. Sou jornalista, mas o objetivo desse blog não é fazer jornalismo.
Sobre esse blog:
Todos os textos são de minha autoria, inclusive os textos de Antônia. Todos os direitos são meus. Se houver, esporadicamente, um texto de outra pessoa, os créditos serão citados.